Dungeon ni Deai wo Motomeru no wa Machigatteiru Darou ka | Primeiras Impressões

Título: Dungeon ni Deai wo Motomeru no wa Machigatteiru Darou ka Adaptação: Light Novel Produtora: J.C. Staff Géneros: Comédia, Fantasia, Romance Ficha Técnica: Disponível   Opening Dungeon ni Deai wo Motomeru no wa Machigatteiru Darou ka Hey World - Yuka Iguchi  https://www.youtube.com/watch?v=628y0CV8Sog   Enredo Bell Cranel é um aventureiro novato de Dungeons que sonha um dia…
Dungeon ni Deai wo Motomeru no wa Machigatteiru Darou ka | Primeiras Impressões
Dungeon ni Deai wo Motomeru no wa Machigatteiru Darou ka | Primeiras Impressões
2015-04-05

Dungeon ni Deai wo Motomeru no wa Machigatteiru Darou ka

Enredo - 5.5
Personagens - 5.5
Produção Visual - 7
Banda Sonora - 7
63

6.3

Potencial

Pontos Fracos: Premissa e personagens. Pontos Fortes: Conceito do mundo medieval e Ambiente.

Avaliação dos Leitores do ptAnime: 4.76 ( 14 votos)
6

Título: Dungeon ni Deai wo Motomeru no wa Machigatteiru Darou ka
Adaptação: Light Novel
Produtora: J.C. Staff
Géneros: Comédia, Fantasia, Romance
Ficha Técnica: Disponível

 

Opening Dungeon ni Deai wo Motomeru no wa Machigatteiru Darou ka

Hey World – Yuka Iguchi 

 

Enredo

Bell Cranel é um aventureiro novato de Dungeons que sonha um dia tornar-se tão bom quanto a mulher que o salvou. Este apaixonou-se por ela desde o momento em que a viu. Agora deseja tornar-se mais forte de modo a poder alcançar a destemida espadachim!

 

 

Uma premissa realmente pobre e que falha em atrair o público, pelo menos o mais sedento por obras mais inovadoras. O mundo é construído a partir de uma estrutura de fantasia medieval, diluída com elementos de jogos RPG. Ora, isto sai um pouco da linha das obras sobre realidade virtual que têm sido lançadas, como por exemplo Sword Art Online, Accel World e Log Horizon. As personagens não vivem uma segunda realidade, em contrapartida este mundo é a realidade deles. Esta mistela arriscada mostrou-se bem pensada e sólida, na medida em que conseguiu transmitir rapidamente os conceitos, e como todo o universo funciona. Na sua forma mais básica este primeiro episódio foca-se em duas coisas importantes: estabelecimento do mundo e introdução da história. Onde a premissa falha (por enquanto), o universo relativamente inovador compensa.

 

 

As personagens são ainda mais fracas que a própria premissa. Não passam de elementos padrão que já vimos incontáveis vezes, principalmente em obras contemporâneas do estilo Shounen, o que por sua vez não nos mostra nenhum valor e/ou potencial.

 

 

Ambiente

A obra está a ser produzida pelos estúdios J.C. Staff (Bakuman, Toradora), e por enquanto encontram-se a fazer um trabalho surpreendentemente bom. A animação mostra uma fluidez acima da média nas pequenas sequências de batalha que nos foram transmitidas, falhando apenas quando decidem inserir a animação 3D. design de personagens está muito bem adaptado relativamente aos designs originais tanto do Light Novel como da manga. A coloração é agradável, com tonalidades bastante claras e minimalistas.

 

 

Conforme a progressão do episódio, a banda sonora vai marcando cada vez mais presença de forma positiva. Inicia com tons comuns e bastante banais para o género shounen, mas vai-se moldando ao estilo medieval, instalando progressivamente mais faixas compostas por instrumentos da época, com nuances sonoras dos jogos RPG da idade média.

 

 

Embora ainda não tenham existido momentos que tivessem que recorrer ao gore, durante este primeiro episódio a obra não contém qualquer tipo de censura, o que na atualidade é algo que adquiro como ponto positivo.

 

Potencial

Agora dirigindo-me mais para quem não viu o primeiro episódio, quais os pontos de interesse? O que vos pode levar a ver esta obra em detrimento de tanto título promissor da temporada da primavera de 2015?

O conceito do mundo é o ponto mais cativante e também aquele se encontra mais elaborado. Se és fã de obras medievais e gostas de jogos RPG, então convido-te a ver pelo menos três episódios. Porque apesar de toda a estrutura narrativa padronizada, vais encontrar elementos nostálgicos e relativamente inovadores.

Para os que viram o primeiro episódio e ficaram na dúvida: sejam bem-vindos ao tipo chato de episódios medianos, que não nos dão o suficiente para entendermos se queremos ou não prosseguir com a visualização da obra. De forma geral não é um início mau. O fan-service não é abusivo, apesar de serem já visíveis características chatas de construção de um possível harem. A premissa não é forte, mas o conceito global é convidativo.

Resumindo e concluindo, a obra (para quem gostar do género) merece pelo menos ser avaliada pela “regra dos três episódios” para entender-mos se realmente vale a pena prosseguir com a mesma. Esta tem um cheirinho a potencial, mas tudo depende do tratamento que for dado ao enredo.

 

 

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