Gakuen Babysitters – Primeiras Impressões

Título: Gakuen Babysitters
Adaptação: Manga
Estúdio: Brain’s Base (Natsume Yuujinchou, Durarara)
Demografia | Género: Shojo | Escolar, Comédia, Slice of Life
Ficha Técnica: Indisponível

 

Gakuen Babysitters – Opening

“Endless happy world” de Daisuke Ono

 

Gakuen Babysitters – Enredo

Gakuen Babysitters trata-se de uma série baseada numa manga com o mesmo nome. A história gira em torno de dois irmãos orfãos, Ryuuichi e Kotarou, adotados pela diretora de um colégio após a morte dos pais. Nesse colégio Ryuuichi terá que trabalhar pós-aulas no jardim de infância que a escola possui para auxiliar as professoras que lá trabalham.

A premissa é simples, conta o dia a dia daquele jardim de infância e dos seus membros (crianças e adultos). Uma vez que a maioria das personagens são bebés/crianças pequenas, a trama parece que será em torno das particularidades destas idades (que acredito que rondem os 3 anos).

 

 

A sua estreia passou um pouco ao lado das listas de anime mais esperadas desta temporada. Todavia, para mim, esta foi das mais aguardadas. Conheço e sigo a manga, e devo dizer que se encontra no meu top de mangas para descontrair! O enredo não é complexo, o seu foco não é o drama, apesar de nos deixar de lágrimas nos olhos, e não possui ação ou fantasia. É um slice of life doce, terno, que nos deixa de coração cheio e um sorriso nos lábios.

 

 

Apesar de curto, neste episódio conseguimos ter noção se queremos ou não seguir a série. Este é construído por um crescendo de situações e narrações que passam pela comédia até terminarem num fantástico clímax emotivo. Pelo que conheço da manga, posso dizer que o provável é ser sempre assim. Pelo opening e ending conseguimos perceber que mais personagens serão adicionadas.

 

 

Gakuen Babysitters – Ambiente

A animação é simples e consistente. É boa o suficiente para não “perturbar” a nossa visualização, fluida e adaptada à narrativa. A gestão de cor foi, para mim, o ponto forte: adequada a cada local, personagem e momento da história. Conhecendo a obra original, posso dizer que conseguiram manter os tons garridos usados pelo autor para descrever as suas personagens.

 

 

No que diz respeito à banda sonora, esta não perturbou mas também não deslumbrou. Acredito que seja um departamento que poderá ser melhorado, pelo menos tem cenário e história para isso. Em tom de fangirl: as vozes das crianças foram tal e qual como as que imaginei enquanto lia a manga! Estão de parabéns (salvo a mãe dos gémeos… não entendi aquela voz…)!

 

 

Gakuen Babysitters – Juízo Final

É uma série para um público muito específico. Para aqueles que procuram algo doce, para descontrair depois de um dia de trabalho, sem comprometimento com narrativas completas, mas com a exigência de um enredo de qualidade. Não acredito que haja uma grande progressão narrativa, pelo menos no sentido de grandes mudanças no dia a dia das crianças. Ainda assim, não será essa a razão que vos fará desistir de Gakuen Babysitters.

Em suma, se gostarem de algo leve e descontraído, aconselho a, pelo menos, assistirem ao primeiro episódio e aí decidirem.

 

 

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