Os Meus Primeiros Passos em Elden Ring (Closed Network Test)

Bem, nem tinha a certeza se iria ser capaz de escrever isto. Mas com alguma sorte e horas de sono perdidas, finalmente tive a possibilidade de experimentar Elden Ring!

Para quem não sabe, de 12 a 15 de Novembro foi realizada uma Closed Network Test, uma espécie de Beta que permitiu a um certo número de pessoas experienciar o mais recente jogo da From Software e, talvez para muitos, o mais antecipado título de 2022 (que, para mim, é certamente).

Infelizmente esta Beta só estava disponível durante 5 sessões, que variavam em diferentes tipos de horários e, como disse acima, com alguma sorte, fui capaz de ter tempo para jogar na última sessão! Das 3:00 às 6:00 na madrugada do dia 15.

Foram apenas 3 horas que, para mim, pareceram durar 20 minutos e só isso consegue refletir bem o quão me diverti a jogar e a explorar as “Lands Between”, ou mais exatamente, uma pequena área delas!

 

Os Meus Primeiros Passos em Elden Ring (Closed Network Test)

Os Meus Primeiros Passos em Elden Ring (Closed Network Test)

 

Pelo o pouco que joguei e do que consegui ver, é notável que Elden Ring é o mais ambicioso título da From Software, sendo possivelmente a fusão de todas as experiências e ideias fabricadas durante o desenvolvimento de Dark Souls, Bloodborne e Sekiro: Shadows Die Twice.

Vemos várias modos de como este novo título bebe dos seus antecessores, mas ainda assim consegue entregar uma experiência completamente nova!

 

Durante esta fase tive a possibilidade de experienciar Limgrave, a primeira grande área do jogo e que, já desde muito cedo, apresenta uma enorme quantidade de conteúdo! Tanto conteúdo que, até hoje, descobri interações, locais e bosses novos das quais nem tinham a noção da sua existência.

Este mundo é tão vasto e diverso, que apresenta bastantes mini áreas distintas umas das outras que possuem diferentes ecossistemas! E, até mesmo dependendo da altura do dia (seja manhã, tarde ou noite), certos aspetos de algumas áreas mudam! Como por exemplo, numa certa ponte, durante o dia apenas possui inimigos comuns, mas de noite é possível encontrar um enigmático cavaleiro negro a vigiar a zona.

Realmente sentimos o quão vivo este mundo é. Ele existe independente do jogador (ou do nosso protagonista, o The Tarnished One), onde os vários seres que nele habitam existem e seguem uma rotina que podemos nunca saber. Faz-me pensar que pode haver eventos, fora da nossa intervenção, que mudem o ambiente de certas áreas, façam com que novos inimigos apareçam ou até mesmo a estrutura da área mude.

 

 

E claro, uma área tão grande não poderia ser explorada a pé, e com isso falo das adições mais divertidas, a possibilidade de termos um cavalo!

Após algum tempo a explorar é-nos oferecido um apito que permite invocar um corajoso cavalo (mal sabe ele onde se foi meter) chamado Torrent! Sim, podem sacar os vossos filmes enquanto exploram Elden Ring (bad joke, eu sei, mas tinha que me juntar ao grupo)!

Não só explorar é bem mais empolgante, já que cria a oportunidade de aceder a locais que não seriam possíveis, como as batalhas em cima dele mudam tudo! Fez-me imaginar que realmente sou um habilidoso guerreiro em cima de uma feroz criatura a desfazer grupos de inimigos e a participar em fervorosos combates contra outros cavaleiros. Oh yes, a viver a verdadeira fantasia medieval!!

 

 

Outro aspeto que merece grande destaque, é a adição de um botão para saltar. Sekiro havia feito isto, mas Elden Ring tem muitas mais parecenças com a franquia Soulsborne onde isto não era uma possibilidade e onde se torna uma nova ferramenta para os desenvolvedores para criar diferentes áreas e, para nós, muda a forma como exploramos e como combatemos.

Apesar do combate ser muito Dark Souls, Elden Ring refinou mais a fórmula que conhecemos. Melhorou certos aspetos como a magia e feitiços, e saltar permite um novo leque de opções durante as lutas. Este jogo vai permitir a todos ter uma experiência bem mais personalizada, já que cada arma para além de diferente consegue ainda lhe ser acrescenta uma habilidade que pode ser sempre trocada durante a playthrough (funcionalidade intitulada de “Ashes of War”, acessível nos checkpoints do jogo).

Esta última não é algo novo para os fãs do género, mas neste título aparenta ter um cardápio de opções com muito mais impacto.

 

(Aqui fica um vídeo que demonstra algumas dessas habilidades)

 

Mais e mais poderia estar a elogiar Elden Ring, mas haverá mais aspetos que gostarei de falar numa análise completa, quando o jogo sair. Claramente, se são fãs de Souls-like este terá que ser um must na vossa lista.

A dificuldade não fica longe do que se esperava dos jogos do género, para terem a noção das 3 horas que tive, metade foram gastas a tentar derrotar um inimigo, o primeiro Boss obrigatório do jogo, Margit the Fell Omen…. Não quero falar muito sobre isto, para não chorar, mas tenho certezas que este será o pilar que dificultará muitas pessoas novas ao género (tal como todos os outros jogos têm) e mal posso esperar para ver a reação a tal.

 

Não subestimem o pau do bicho!

 

Não cheguei a referir, mas a minha experiência foi realizada numa PlayStation 4 onde é notável que este jogo já pesa para a geração anterior e onde se ganha muito mais por jogar num PC mais potente ou até mesmo numa PlayStation 5 ou Xbox Series S|X.

Agora falta-nos apenas esperar por 25 de Fevereiro 2022, que será quando Elden Ring chegará as lojas e o dia em que irei recolher-me para os meus aposentos e apenas sair e respirar ar puro assim que terminar o jogo (ou quem sabe, os seus múltiplos finais)!

 

Caso a oportunidade de experimentar a Beta vos tenha escapado por entre os dedos e não viram nada dela, recomendo o mais recente vídeo do emblemático criador de conteúdo da comunidade Souls, VaatiVidya:

 

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