Análise Revista Banzai Nº1

por Renato Sousa
Revista Banzai | Ncreatures
Apesar de surgir um bocadinho tarde esta análise à edição nº1 da revista Banzai, o importante é mesmo que ela esteja cá. "The Mighty Gang" e "Kuroneko" voltaram a marcar presença, mas não só! Desta vez, a NCreatures apresentou novos conteúdos que iremos conhecer mais à frente nesta análise. Vamos…

Revista Banzai Nº1

Capa - 7.2
The Mighty Gang - 7.5
Kuroneko - 3.2
Pandora's Song - 5.6
Como Desenhar Manga - 6.4

6

Razoável

Bons trabalhos apresentados neste volume por parte das várias autoras e artistas, exceção feita ao previamente apresentado 'Kuroneko' que desta vez deixou bastante a desejar.

Avaliação dos Leitores do ptAnime: Sê o primeiro!
6

Apesar de surgir um bocadinho tarde esta análise à edição nº1 da revista Banzai, o importante é mesmo que ela esteja cá. “The Mighty Gang” e “Kuroneko” voltaram a marcar presença, mas não só! Desta vez, a NCreatures apresentou novos conteúdos que iremos conhecer mais à frente nesta análise. Vamos então ver o que esta primeira edição nos trouxe.

 

Análise Revista Banzai Nº1 | NCreatures

 

Análise Revista Banzai Nº1 | A Estrutura

A não ser que a revista venha a sofrer alterações, este tópico (“A Estrutura”) vai desaparecer nas análises às próximas edições. Tal como afirmei na análise à edição nº0, a Banzai deverá manter a partir de agora o formato A5. Isso já se confirmou no número 2 e assim deverá continuar, de maneira que não faz qualquer sentido estar sempre aqui a dizer o mesmo.

 

Análise Revista Banzai Nº1 | O Conteúdo

Kuroneko” e “The Mighty Gang” estão novamente presentes na revista como já se esperava. Não será insensato afirmar que destas duas histórias depende grande parte do sucesso da revista. Afinal, se estas duas histórias não conseguirem cativar o público, não vai ser o conteúdo variável que vai ter capacidade para o fazer.

Para além destas duas obras, a primeira edição traz um pequeno tutorial: “Como Desenhar Manga”, e um One-Shot intitulado “Pandora’s Song” (em português: “A Música de Pandora”).

 

Análise Revista Banzai Nº1 | The Mighty Gang

Revista Banzai | Primeiras Impressões

The Mighty Gang | Missão 02: Os Poderes dos Elementos

Para quem já não se lembra, no primeiro capítulo desta história as três personagens principais encontraram-se em França e fizeram amizade. Agora, neste segundo capítulo, vamos ter Joana Mubarak, André Kersey e Sara Yamamoto a trabalharem para o objetivo que têm em comum: viajar para Inglaterra. Para isso é preciso reparar o barco do André, o que não vai ser difícil com três a fazê-lo.

No entanto, este não é o ponto de destaque desta “Missão 02”, como lhe chama a autora, Joana Rosa Fernandes. Nesta parte, o que é mesmo importante destacar é a demonstração a que temos direito dos poderes deste trio fabuloso.

O engraçado disto tudo é que nenhum deles os quer utilizar à frente dos outros. Todos querem dar um ar de pessoas normais, de maneira que a utilização a que assistimos é feita a solo. Algo muito breve que serve apenas para fazer crescer o interesse no leitor.

Este capítulo termina com a chegada à Inglaterra do grupo, que logo ali segue caminhos diferentes, e com algumas imagens dos demónios que vão ter de enfrentar. Fica assim feita a primeira introdução ao inimigo.

 

The Mighty Gang | Missão 03: O Primeiro Combate

Uma vez separados, uma onda de monotonia assola os três amigos. Quem se queixa mais é Sara. A jovem esperava começar a lutar logo que chegasse a terras inglesas.

O seu desejo pode não lhe ter sido concedido imediatamente, mas não foi preciso esperar assim tanto tempo. Emery Diamonic, um dos demónios que apareceu nas últimas imagens do capítulo anterior, decidiu passar à ação. Mas não por acaso! Este pretende mesmo encontrar o nosso trio de heróis. Segundo a autora dá a entender, os demónios conseguem sentir as pessoas com poderes sobre naturais, como é o caso dos nossos amigos.

Quando se apercebem do que se está a passar, Joana, Sara e André dirigem-se para o local onde se encontra Emery. Joana é a primeira a chegar lá e a fazer uso das suas habilidades especiais. A rapariga é detentora de uma força descomunal, e possui poderes curativos.

O segundo a chegar é André, que consegue manipular água de uma forma impressionante. Por fim, chega Sara. A jovem apenas faz uso da sua espada contudo, como deu para ver na missão anterior, parece ter também poderes de voo ou de impulsão extraordinários.

Para descobrirmos o desfecho desta luta e mais pormenores sobre os poderes dos nossos heróis teremos que ler a Banzai Nº2. A história está, sem dúvida, a ficar interessante. Ainda é cedo para dizer se a NCreatures tem aqui uma aposta ganha ou não, mas para já os indicadores são positivos.

 

Análise Revista Banzai Nº1 | Kuroneko

Revista Banzai | Primeiras Impressões

Se na edição nº0 até apreciei razoavelmente esta pequena criação de Cristina Dias, nesta Banzai já não foi bem assim. As mini-aventuras de Kuroneko e Hitsuji não tiveram grande piada desta vez. Em algumas imagens cheguei mesmo ao ponto de me perguntar se tinha percebido bem o que ali estava, visto não haver qualquer vertente cómica lá presente. Precisa mesmo de ser melhor na próxima edição.

 

Análise Revista Banzai Nº1 | Pandora’s Song

 

Análise Revista Banzai Nº1 | Pandora's Song

 

Este One-Shot, escrito por Rita Marques, com desenhos de Inês Pott e Rita Marques e arte-finalizada de Manuela Cardoso, conta-nos a história de Dora. Esta jovem tem uma grande paixão pela música e adora cantar, mas tem também um grande problema, é muda.

Contudo, certo dia vai lhe aparecer um anjo que lhe vai conceder um desejo algo estranho. Dora poderá usar a voz para cantar, mas nunca para falar. A partir daqui Dora vai ter um dia-a-dia totalmente diferente daquilo a que estava habituada. Resta saber se será melhor ou pior.

Pandora’s Song é, portanto, uma obra com poucas falas, mas muita música à mistura. Na minha opinião, esta é uma história que tem alguma qualidade. Segundo relata a Banzai, como este irão surgir outros One-Shots na Banzai, todos eles pertencentes a novos autores. Ao ler este grande pormenor, só posso esperar melhorias nos futuros projetos deste trio feminino. Se ainda estão agora a começar e já estão a um nível razoável, então têm tudo para crescer e ter sucesso neste universo.

 

Análise Revista Banzai Nº1 | Como Desenhar Manga

O título fala por si! Nesta secção final iremos aprender a desenhar Manga seguindo as orientações de Natália Batista. Esta artista sueca (e luso-descendente) de Manga estudou banda desenhada na Suécia, e já preencheu o seu currículo de autora com várias obras.

Não sei se o tema veio para ficar, mas uma coisa está garantida. Na próxima edição da Banzai, esta rubrica vai voltar. Para quem tem interesse em ser mangaká e está agora a dar os primeiros passos, ler as dicas e sugestões desta artista parece-me imprescindível. Não será, no entanto, suficiente, uma vez que não é a ler meia dúzia de páginas que aprendemos tudo. De qualquer das formas, é recomendável!

O único reparo que tenho a fazer está relacionado com a sintaxe das frases. Estas apresentam alguns erros, o que até se compreende porque a autora, segundo os dados biográficos, não faz vida cá em Portugal. Seja como for, uma revisão por parte da equipa da Banzai ao conteúdo que publica seria óptimo.

 

Análise Revista Banzai Nº1 | Juízo Final

Resumindo todas estas mini-análises que fiz, vou recordar o essencial com uma ou duas frases para cada rubrica.

The Mighty Gang – está a tornar-se interessante, que assim continue.

Kuroneko – muito fraquinho nesta edição nº1, obrigatório melhorar.

Pandora’s Song – bastante razoável! É importante continuarem a aparecer estes One-Shots, para que se os pilares da revista falharem, o interesse, ou pelo menos a curiosidade dos leitores pela revista se mantenha.

Como Desenhar Manga – óptimo para quem aprecia Manga e a gosta de desenhar. Não é algo que eu dê valor, mas é bem provável que grande parte do público da Banzai se envolva na leitura e criação de mangas nos tempos livres, de maneira que também deve permanecer.

Espero em breve poder publicar a análise à edição nº2, e peço desculpa por esta análise surgir tão tarde. Até à próxima!

 

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