Dusk Diver – Análise

por Roberto Filho
Dusk Diver - Análise

Procuras um jogo rápido, divertido e extremamente inspirado em conceitos de anime? Dusk Diver pode ser o jogo que estás à procura! Junta-te a mim enquanto exploramos um pouco sobre este indie game!

 

Dusk Diver – Análise

Dusk Diver foi lançado em 2019, é um jogo Taiwandês que se passa nas ruas de Taiwan, em Ximeding, para ser mais exato. Nele nós assumimos o papel de Yumo, que até o começo do jogo era uma rapariga normal. Em Dusk Diver existem três mundos, o nosso mundo normal, o Kunlun, que seria a morada dos deuses e a Chaos Dimension, onde as criaturas chamadas Phantoms existem.

Acontece que, ocasionalmente, estes três mundos entram em “contacto” criando um quarto lugar chamado Youshading. A história tem início quando começam a ocorrer distorções em Youshading, e Yumo é levada para esta dimensão. Quando ela é levada para lá, absorve os poderes de Leo, um deus de Kunlun. Assim, torna-se guardiã de Ximeding, ao menos até conseguirem descobrir o motivo das distorções.

 

Dusk Diver - Análise

 

O gameplay

Dusk Diver é divido em dois momentos bem definidos. Em Ximeding, mundo humano, onde trabalhamos numa loja de conveniência, esta loja pertence a uma Kunlun que está escondida. Em Ximeding podemos andar pelas ruas, interagir com as pessoas e realizar diversas sidequests. Elas dão-nos pontos para atribuir a Yumo e aos nossos parceiros. Também podemos comer diferentes comidas junto aos parceiros, para melhorar a relação com eles.

O outro momento é em Youshading, aqui é o momento do combate. As batalhas ocorrem numa réplica do mundo real, com limitações bem definidas de onde e o que podemos fazer. A batalhas funcionam no melhor estilo beat’n’up, ou o famoso button smash. Nossos parceiros, os Kunlun como Leo, dão-nos poderes e podemos alterar entre eles livremente durante as lutas, são um total de três parceiros durante o jogo e mais um extra após terminar o jogo.

 

Dusk Diver - Análise

 

Os personagens

  • Como já falado, jogamos com Yumo, uma empolgada rapariga que sempre está disposta a ajudar os outros.
  • Yusha, melhor amiga de Yumo e que sempre acaba por meter-se em confusão.
  • Leo, o primeiro parceiro, com poderes de fogo.
  • Behet, o segundo parceiro, ele é um morcego.
  • La Viada, que tem a aparência original de um peixe. Há outros personagens, mas vou deixa-los no mistério para quem for jogar.

Podemos aprofundar bem o nosso relacionamento com cada um destes parceiros, através das sidequest e das comidas. Mas confesso não me ter interessado por isso, fiz somente o suficiente para ficar com um nível confortável e para pegar alguns itens extra. Mesmo quando fiz, não parei para ler todos os diálogos.

 

Dusk Diver - personagens

 

O bom e o mal

Dusk Diver é um jogo com uma ótima proposta, mas para mim faltou alguns detalhes. O gameplay é demasiado repetitivo, isto que expliquei aqui é basicamente todo o gameplay e, a não ser que te conectes com os personagens, algo que eu não consegui, vai trazer-te a sensação de vazio durante as missões. Outro problema, para mim, foi a personalidade dos personagens, senti todos meio genéricos, têm a personalidade padrão que personagens com as suas aparência teriam. Leo é o durão com bom coração, Behet é sombrio mas tímido e La Viada é a metida briguenta. Nada de novo.

 

Dusk Diver - Análise videojogo

 

Gostei de jogar Dusk Diver, mas no final já estava cansado e a querer que este terminasse logo, tanto que nem fiz as últimas sidequests. Quero saber de vocês! Quem daí jogou Dusk Diver? Gostaram? Não deixem de comentar e acompanhar o ptAnime nas redes sociais.

 

 

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