Kill la Kill: If – Análise

por Bruno Sales
Kill la Kill: If - Análise

Kill la Kill: If  é um jogo do género Arena Fighter produzido pelo estúdio APLUS e distribuído pela Arc System Works e PQube. 

 

Kill la Kill: If – Análise

 

Quatro anos após o lançamento original de Kill la Kill foi anunciado um misterioso jogo baseado no anime.  Este misterioso jogo entusiasmou assim os fãs, o que levou a grandes discussões sobre como este seria.

Contudo todas as dúvidas foram respondidas durante a transmissão do 21º episódio do anime do estúdio Trigger, Darling in the FranXX, onde foi revelado o primeiro vídeo promocional e os detalhes sobre este jogo. Foi assim anunciado Kill la Kill: If um Arena Fighter supervisionado pelo escritor original, Kazuki Nakashima.

Graças à PQube vamos assim poder dar-vos a conhecer e analisar, em primeira mão, este jogo baseado no anime de Kill la Kill.

 

Kill la Kill: If - Análise

 

Kill la Kill: If – Jogabilidade

Kill la Kill: If apresenta-nos uma jogabilidade próxima aos jogos de Arena Fighter mas com algumas mecânicas baseadas nos tradicionais jogos de luta. O jogo dá uso a seis botões diferentes sendo estes ataque de curto alcance, ataque de alto alcance, Guard Break, Saltar, Defender e Ataque especial.

O layout escolhido para o jogo é simples o suficiente para qualquer jogador casual compreender facilmente e suficientemente complexo para se jogar competitivamente. O jogo apresenta assim mecânicas e layout simples mas profundo.

 

 

O jogo apresenta ainda uma mecânica única chamada de Bloody Valor. Ao se ativar esta mecânica os jogadores entram num modo de debate onde têm que jogar uma espécie de pedra-papel ou tesoura onde o atacante é remunerado se ganhar. Ao se ganhar vezes suficientes no debate é ainda possível desbloquear o ataque especial que faz o adversário perder as suas fibras (Sen-I-Soshitsu).

 

Kill la Kill: If - Análise

 

Embora o jogo venha só com 8 personagens, com mais duas em formato DLC gratuito futuramente, todas elas têm uma jogabilidade bastante distinta entre elas. Todas as oito personagens apresentam ataques completamente diferentes com os seus próprios truques e medidores. Tornando assim aprender novas personagens uma experiência única e não repetitiva.

 

 

Kill la Kill: If – Modos de Jogo

Kill la Kill: If apresenta-nos apenas alguns dos modos de jogo normalmente presentes nos jogos do género e não apresenta nada de inovador. O jogo disponibiliza assim apenas um modo história, um modo versus (local e online), um modo sobrevivência, modo desafio, modo treino e uma galeria. Faltando assim modos normalmente presentes neste género de jogo como o “Arcade mode“.

Como ponto negativo todos os modos de jogo encontram-se bloqueados, incluindo o modo versus e têm que ser desbloqueados através da progressão no modo história.

 

 

Quanto ao modo história o jogo apresenta-nos versões alternativas do enredo de Kill la Kill a partir do episódio 8. Onde são assim contadas duas versões alternativas do enredo no ponto de vista de Satsuki Kiryuin e Matoi Ryuko, respectivamente.

Tanto os gráficos do jogo parecidos à série e as OST já reconhecidas pelos fãs, fazem com que os jogadores se sintam no anime enquanto jogam o modo história.

Porém infelizmente o modo história requer conhecimento da série anime para ser entendido o que o torna não recomendado para quem não viu o anime.

 

 

Kill la Kill: If – Desempenho

Embora na versão testada, Nintendo Switch, o jogo corra a metade dos frames, em comparação à Playstation, a diferença é minimamente perceptível durante o jogo. Mesmo com um hardware inferior o jogo apresenta um bom desempenho durante as batalhas e cutscenes, com uma jogabilidade fluída em sem perda de frames perceptíveis.

Uma das vantagens da versão Switch é a possibilidade de se poder jogar quando e onde se quiser. Porém quando o jogo é jogado no modo portátil a resolução diminui para HD, mas devido ao tamanho do ecrã a diferença de resolução é imperceptível.

 

Kill la Kill: If – Análise | Juízo Final

Os gráficos escolhidos, a simplicidade do jogo, as mecânicas inovadoras e o modo de história tornam o jogo fácil de recomendar a qualquer fã de Kill la Kill. Porém o jogador precisa de conhecimento da série para poder desfrutar do jogo a 100%. O que torna este jogo apenas recomendável para os fãs da série.

 

 

 

0 comentário

Também deverás gostar de