Após muita especulação, finalmente a Microsoft e a Nintendo revelaram na última semana que chegaram a um acordo legal pela franquia Call of Duty.
Ao que parece, os jogos da série serão disponibilizados para as consolas da Big N por uma década. Contudo, para que isso realmente ocorra, será necessário que os órgãos regulatórios aprovem a aquisição da Activision Blizzard pela empresa norte-americana.
Microsoft e Nintendo chegam a acordo por franquia de Call of Duty
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O acordo entre as duas gigantes da tecnologia era especulado desde dezembro de 2022, mas apenas agora em fevereiro de 2023 as duas companhias firmaram um vínculo jurídico. Com isso, o que anteriormente era apenas uma promessa da Microsoft à Nintendo, transformou-se num acordo entre as partes, que está sujeito a sanções legais caso alguma delas não cumpra o contrato firmado.
O presidente da Microsoft, Brad Smith, revelou numa publicação do Twitter que o acordo firmado é um importante passo para a franquia Call of Duty e que ele pode ser expandido para outras plataformas que queiram comportar essa série de jogos.
“A Microsoft e a Nintendo agora negociaram e assinaram um acordo legal de 10 anos para trazer Call of Duty aos jogadores de Nintendo – no mesmo dia que Xbox, com todos os recursos e conteúdos – para que eles possam experienciar Call of Duty assim como jogadores de Xbox e PlayStation podem aproveitar Call of Duty. Nós estamos comprometidos a entregar acesso igual a longo prazo a Call of Duty para outras plataformas de jogos, trazer mais escolhas a mais jogadores e mais competição ao mercado de videojogos”.
Enquanto a compra da Activision Blizzard não é concluída, esses planos ficarão somente no papel, entretanto, os jogadores fãs de uma boa fonte de entretenimento não precisam ficar restritos a experimentar somente os jogos da Nintendo ou da Microsoft, já que há toda uma variedade de outros títulos espalhados em diferentes plataformas.
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Podes colaborar no processo
O acordo firmado entre Microsoft e Nintendo ocorre num momento bastante oportuno, já que o contrato foi assinado faltando pouco tempo para que a empresa norte-americana apresente sua última defesa no processo de compra da Activision Blizzard.
Como tem sido noticiado, nos últimos meses, a Autoridade de Concorrência e Mercados da Inglaterra (CMA) tem sido o grande percalço no processo de aquisição da Activision Blizzard pela empresa fundada por Bill Gates, e o agente regulador chegou a apontar que a companhia não comprasse a parcela relacionada a franquias como Call of Duty, que é uma das mais populares da atualidade.
Em sua argumentação, para impossibilitar a compra, a CMA afirma que caso a dona do Xbox adquira a Activision Blizzard, isso acarretaria prejuízos para os consumidores, já que a competitividade no mercado de jogos eletrónicos de todo o planeta seria comprometida. Segundo o órgão, a aquisição da companhia daria uma vantagem enorme para a Microsoft, tornando-se ainda mais dominante no mercado de streaming de jogos, já que o xCloud já lidera esse setor atualmente.
As atitudes da CMA em relação ao caso têm sido bastante criticadas pela comunidade gamer e também por alguns executivos do setor, como o atual CEO da Activision Blizzard, Bobby Kotick. Conforme o executivo, essa insistência em não aprovar a venda da desenvolvedora demonstra a total ausência de visão do mundo de negócios da CMA, e se a aquisição for realmente barrada pelo órgão, o Reino Unido pode acabar sendo esquecido por outras companhias de tecnologia.
Por entre os principais opositores da aquisição da Activision Blizzard pela Microsoft está a Sony, a grande concorrente da empresa norte-americana no setor dos jogos eletrônicos. E assim como a CMA, a Sony alega que a compra causaria desequilíbrio na concorrência deste mercado, já que sua rival norte-americana poderia tornar franquias como o Call of Duty exclusivas do Xbox. No entanto, a Sony é bastante conhecida por ter uma variedade de franquias exclusivas para a sua consola, a PlayStation.